ELEIÇÕES 2018

Alex de Madureira e Marta Costa são eleitos

Pastor evangélico, ele disputou sua primeira eleição; ela foi reeleita para seu segundo mandato


08 de outubro de 2018

Estreante no cenário político, Alex é pastor e secretário executivo da seção paulista da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil

 

O Partido Social Democrático (PSD) elegeu dois deputados estaduais em São Paulo nas eleições deste domingo (7): Alex de Madureira, com 118.294 votos, e Marta Costa, que foi reeleita para a Assembleia Legislativa com 117.156 votos. Ambos são representantes de ministérios evangélicos.

Nascido Alexander Muniz de Oliveira, em Piracicaba, município do interior paulista, Alex de Madureira tem 42 anos. Estreante no cenário político, é pastor e secretário executivo da seção paulista da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (Ministério de Madureira).

“Essa vitória representa a coroação de um trabalho que não teve início agora. Nós começamos a trabalhar nesse projeto há dois anos. Essa foi uma eleição totalmente atípica, com uma onda forte de renovação, e eu faço parte dessa renovação”, afirmou o deputado estadual eleito.

 

Há cerca de 20 anos na vida pública, Marta Costa exerceu três mandatos como vereadora em São Paulo, antes de ser eleita pela primeira vez como deputada estadual, em 2014

 

Madureira agradeceu os apoios que recebeu do seu mentor, o bispo Samuel Ferreira, e do presidente licenciado do PSD, Gilberto Kassab. Ele também destacou a importância da dobradinha com o deputado estadual Cezinha de Madureira (PSD), que nesta eleição conquistou uma vaga na Câmara Federal. “Irei dar continuidade ao trabalho que o Cezinha realizou na Assembleia”, resumiu Alex.

Paulistana, Marta Costa tem 61 anos e frequenta a igreja evangélica desde a infância – é filha do pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil e do Ministério do Belém. Há cerca de 20 anos na vida pública, exerceu três mandatos como vereadora em São Paulo, antes de ser eleita pela primeira vez como deputada estadual, em 2014.

“Essa foi uma campanha muito difícil, porque a polarização política na eleição majoritária fez com que as pessoas não tivessem muito interesse pela eleição proporcional. Mas tivemos o reconhecimento do nosso trabalho”, afirma a deputada.

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