Futuro do futebol feminino brasileiro começa nas escolas, diz Marco Aurélio Cunha

Ex-vereador do PSD em São Paulo e atual coordenador de futebol feminino da CBF, ele conta, em entrevista à TV PSD, seus planos para dar ao esporte a mesma projeção que tem no Primeiro Mundo.


31 de maio de 2015

 Está nas mãos de Marco Aurélio Cunha, ex-vereador pelo PSD em São Paulo, um dos importantes desafios que o esporte brasileiro tem pela frente: desenvolver o futebol feminino de maneira que ele possa, como acontece historicamente com o masculino, produzir talentos em série e se tornar sustentável como negócio de entretenimento.

Marco Aurélio renunciou ao mandato de vereador em São Paulo há poucas semanas para assumir o cargo de coordenador de futebol feminino da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Apoios na nova função não faltam, inclusive entre adversários de primeira hora da CBF, como o senador Romário. Recentemente, em audiência pública realizada no Senado para discutir a situação do futebol feminino no Brasil, o ex-craque da Seleção Brasileira disparou contra o antigo desinteresse da CBF em fomentar a modalidade, mas rasgou elogios ao ex-vereador do PSD: “Gostaria de abrir uma exceção, dizendo que existem, sim, pessoas honestas e competentes na CBF, e uma delas está aqui, o Marco Aurélio Cunha, cuja história já conheço”, disse Romário. “Posso dizer que passei a acreditar que o futebol feminino pode dar um salto positivo com a entrada dele no comando”.

Marco Aurélio já tem claro pelo menos um dos caminhos que pretende seguir para dar ao futebol feminino a mesma projeção que ele tem nos países do Primeiro Mundo: desenvolvê-lo e fomentá-lo a partir das escolas. Não é nada inédito, apenas uma receita de sucesso que já deu certo em países como Estados Unidos e Japão, onde, aliás, ele acompanhou de perto parte do processo que levou o País a se tornar o atual campeão mundial.

Nesta entrevista à TV PSD Marco Aurélio fala das dificuldades que precisam ser superadas para atingir o seu objetivo – entre elas o preconceito que existe à prática do futebol por mulheres – e conta como sua experiência de 35 anos no futebol profissional masculino, no Brasil e fora dele, pode contribuir para esse trabalho.

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