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Jaú adota regras para coibir escolha de vacinas

Por determinação do prefeito Ivan Cassaro (PSD), moradores que se recusarem a receber os imunizantes disponíveis vão para o final da fila de vacinação


02 de julho de 2021

Prefeito Ivan Cassaro cumprimenta profissional da equipe de vacinação no estádio Zezinho Magalhães

 

Em Jaú — município de 151 mil habitantes do interior do Estado de São Paulo — quem deixar os postos de vacinação contra a covid-19 por não aceitar a vacina que está sendo oferecida será colocado no final da fila de imunização. A medida foi estabelecida pela gestão do prefeito Ivan Cassaro (PSD). Os munícipes que recusarem as vacinas disponíveis só serão imunizados após o término da vacinação do grupo de pessoas entre 18 e 24 anos, atualmente previsto para ocorrer em 15 de setembro.

Em nota, a Prefeitura explicou que tem crescido nos últimos dias a recusa por alguns imunizantes. Segundo a administração, a prática prejudica a cobertura vacinal na cidade.

“Nós permitiremos que se reagende a vacina pelo sistema apenas uma vez, pois sabemos que às vezes surge algum imprevisto. Se o munícipe tentar reagendar uma segunda vez, ele ficará bloqueado até o término da vacinação, de acordo com o Plano Estadual de Imunização. As equipes de vacinação foram orientadas a nos informar o nome das pessoas que se negam a tomar determinada vacina para que façamos o bloqueio no sistema”, afirmou a secretária municipal de Saúde, Ana Paula Rodrigues.

Vacinômetro

Dados divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo Vacinômetro, ferramenta do site Vacina Já, criado pelo Governo do Estado, registram que 50.635 moradores de Jaú receberam a primeira dose de um dos quatro imunizantes oferecidos: Pfizer/BioNtech, Oxford/AstraZeneca, CoronaVac e Janssen. A segunda dose foi aplicada em 21.743 munícipes.

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