Capital

Prefeitura reduz serviço de tapa-buracos em São Paulo

Nova gestão municipal ainda não conseguiu reverter a situação herdada da última administração.


06 de abril de 2017

Gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab tapou mais de 4,3 milhões de buracos

 

O jornal Folha de S. Paulo destaca nesta quarta-feira (5) que os serviços de tapa-buraco realizados pela Prefeitura de São Paulo vêm diminuindo ao longo dos últimos quatro anos. De acordo com informações obtidas pelo jornal via Lei de Acesso à Informação, nos últimos seis meses até o início de março, a cidade deixou de tapar, em média, 5.000 buracos por mês, na comparação com os mesmos meses do ano anterior.

Na gestão anterior, a quantidade de buracos tapados caiu de 428 mil, em 2013, para 197 mil, no ano passado. No fim de 2016, a usina de asfalto, que produz o material utilizado para o serviço, chegou a parar de funcionar por falta de verbas.

A nova gestão ainda não conseguiu reverter a tendência e registrou queda de 7,3% na operação tapa-buracos neste primeiro bimestre, em comparação com os dois primeiros meses de 2016.

O cenário contrasta com as ações adotadas durante a gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab. Naquele período foram tapados aproximadamente 4,3 milhões de buracos. A usina de asfalto recebeu investimentos para aumentar a capacidade de produção e qualidade da massa asfáltica e o processo de reparos foi aperfeiçoado. Assim, a recomposição do asfalto durava mais tempo, aumentando o intervalo entre um reparo e outro, gerando economia de recursos públicos.

Além disso, a gestão superou a marca de 2,3 mil quilômetros de asfalto aplicado em toda a cidade de São Paulo, com pavimentação e recapeamento de ruas e avenidas. É a maior marca já alcançada por uma gestão municipal paulistana na história, em serviços de recapeamento, pavimentação e capeamento. A extensão é superior ao que havia sido feito pelas quatro gestões anteriores somadas.

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