ELEIÇÕES 2022

Vinicius Marchese defende investimentos em inovação e tecnologia

Presidente licenciado do CREA-SP, o pré-candidato do PSD a deputado federal quer levar ao Congresso a discussão sobre cidades inteligentes e propostas para o setor de infraestrutura


15 de junho de 2022

Vinicius Marchese destaca iniciativas relacionadas à inovação e à tecnologia na busca por soluções para mobilidade, segurança pública, saneamento básico e saúde.

 

Redação Scriptum

 

Pré-candidato do PSD a deputado federal, o engenheiro de Telecomunicações Vinicius Marchese, de 38 anos, carrega a experiência de cinco anos na presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA-SP) para delimitar propostas que pretende apresentar durante a campanha eleitoral deste ano. Marchese ressalta o papel de engenheiros, agrônomos e outros profissionais vinculados à entidade como proponentes de soluções com foco nas necessidades dos municípios.

“Com 16 anos atuando junto ao sistema CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia)/CREA, tive muitas oportunidades de conhecer o Estado, as potencialidades que o serviço público tem para construir soluções, o seu capital humano e a sua capacidade de apresentar projetos. Isso é algo relevante para uma representação na Câmara dos Deputados”, disse o engenheiro.

Entre os temas em que pretende atuar, caso eleito, Vinicius Marchese destaca iniciativas relacionadas à inovação e à tecnologia na busca por soluções para mobilidade, segurança pública, saneamento básico e saúde. O pré-candidato lembra que o sistema CONFEA/CREA já exerce grande interface com o setor público na busca por soluções para as cidades.

Por isso, explicou, pode contribuir na construção de políticas públicas e projetos com foco na superação de problemas relacionados à “infraestrutura represada” de São Paulo e do restante do Brasil e na luta por uma agenda econômica no Congresso voltada para infraestrutura, sustentabilidade e “desenvolvimento ordenado”.

O engenheiro lembrou que o Sistema CONFEA tem 1,3 milhão de profissionais atuantes no país e “não pode ficar de fora”, deixar de ter representação no Congresso. Marchese lembrou, ainda, que o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que também é engenheiro, teve papel na sua opção pelo partido. Ele disse que pretende ampliar a atuação na política classista, do âmbito do sistema Confea para a atuação político-partidária.

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