
Obra envolveu a restauração da via e a construção de um corredor de ônibus de 1,6 km, iniciada em 22 de abril de 2024.
Edição Scriptum com Prefeitura de Ribeirão Preto
Uma das mais antigas e importantes vias urbanas de Ribeirão Preto, a avenida Nove de Julho, teve suas duas pistas liberadas ao tráfego esta semana pelo prefeito Ricardo Silva (PSD). A avenida recebeu seu nome atual em 1934, mas havia sido inaugurada em 1922, com o nome de avenida Independência. Além da restauração da via, a revitalização do canteiro central está em fase final e será concluída até o fim de abril, garantindo mais acessibilidade e valorização do espaço urbano da cidade do interior paulista, de 705 mil habitantes.
“A liberação total do tráfego na avenida Nove de Julho é um marco para Ribeirão Preto. Essa via é fundamental para a mobilidade da cidade, e a retomada do trânsito nas duas pistas representa um grande alívio para motoristas, pedestres e comerciantes que dependem desse corredor diariamente”, destacou o prefeito Ricardo Silva.
E ele completou: “Sabemos que a demora na conclusão da obra trouxe grandes desafios para os comerciantes da região, impactando suas atividades e causando prejuízos. Desde o início da nossa gestão, assumimos o compromisso de garantir que esse projeto fosse finalizado com qualidade e no menor tempo possível”, completou o prefeito.
A obra envolveu a restauração da via e a construção de um corredor de ônibus de 1,6 km, iniciada em 22 de abril de 2024. No decorrer do projeto, foram implantadas redes de esgoto, removidos os paralelepípedos existentes e reforçada a base para sua recolocação. Em cada quarteirão, foram realizadas escavações para implantação de drenagem, coletor público de esgoto, bocas de lobo, poços de visita e caixas de inspeção.
“Estamos entregando uma avenida renovada, preservando sua originalidade e mantendo-a como um dos principais cartões-postais de Ribeirão Preto”, afirmou o secretário municipal de Obras Públicas, Walter Telli.
As intervenções na Avenida Nove de Julho começaram em 21 de julho de 2023, mas foram suspensas em dezembro do mesmo ano devido à rescisão do contrato com a empresa Metropolitana, então responsável pela execução. A decisão ocorreu porque a construtora entregou apenas 8% da obra, quando o previsto era 40%. Para dar continuidade, foi necessário abrir uma nova licitação, o que levou cerca de três meses.
Durante a década de 1960, a avenida era conhecida pelas mansões da elite econômica da cidade. Com o tempo, tornou-se um dos principais polos bancários da região, consolidando-se como uma das mais importantes vias de Ribeirão Preto.